Aquarela

22/10/2012

Futura advogada do Doentes

21/09/2012


Essa é pra casar!


Sexo oral é bom para a mulher, dizem cientistas

23/08/2012

De acordo com estudos recentes da Universidade de Nova York, o sexo oral é bom para a saúde da mulher e a faz se sentir mais feliz. Pesquisadores afirmam que as mulheres que praticam o sexo oral sem camisinha são menos deprimidas e têm um melhor desempenho em testes cognitivos.

Foram entrevistadas 293 mulheres, que tiveram sua vida sexual e sua saúde mental avaliadas. Cientistas constataram que a felicidade entre as mulheres sexualmente ativas e que não fazem uso da camisinha, parece ser derivada de uma função das composições químicas do sêmen que atuam no corpo. O plasma contém pelo menos três agentes anti-depressivos, como a tireotrofina, hormônio associado ao aparelho reprodutor feminino, a melatonina, que induz o sono, e a serotonina, que melhora o humor.

Por outro lado, o sexo oral com o uso da camisinha indicou mulheres com um índice de depressão equivalente às que não têm vida sexual ativa.

boquete
imagem ilustrativa

[fonte: O Dia Online, Mail Online]


To de pauduro

21/03/2012

As mina pira

29/02/2012


Aos 80 morre Chita

29/12/2011

CheetaO falecimento na madrugada desta quarta-feira da macaca Chita, amante de Tarzã, trouxe muita tristeza aos fãs da série. Em sua estreia na década de 30, Chita cativou o público com sua beleza e astúcia até então inigualável.

Com um corpinho de 14, Chita manteve sua beleza ao longo dos anos através de uma boa alimentação e exercícios físicos, tragicamente vindo a falecer durante uma cirurgia de lipoaspiração.

O corpo será levado por um caminhão do corpo de bombeiros até Salvador onde será velado durante 3 dias. Redes de televisão disputam privilégio de exibição da procissão, que contará com muitas celebridades.

A futura ex-presidente Dilma Russeff decretou luto oficial de dois dias a partir de 31 de dezembro até a meia noite de 1º de janeiro de 2012. Funcionários públicos terão ponto facultativo durante este período.

Chita ficou famosa por fazer parte do primeiro romance inter-racial documentado pela televisão. Também protagonizou em filmes como O Trapalhão no Planalto dos Macacos (1976) e Alucinações Sexuais de um Macaco (1986).


FANTASIA REALIZADA COM CAVALOS… FOI DEMAIS!

20/07/2011

Olá, aqui tô eu de novo para relatar mais uma de minhas aventuras… ou melhor, uma de minhas loucuras!

Para quem ainda não me conhece vou-me descrever. Chamo-me Ana, sou toda loirinha, cabelos compridos, olhos azuis, 1,63m de altura, 50 Kg, tenho o peito grandinho, e segundo dizem sou bonita. Tenho 23 anos e sou estudante universitária. Adoro tudo o que tenha a ver com sexo, neste campo sou mesmo maluca de todo! Adoro experimentar de tudo e de todas as formas.

Pelas histórias que escrevi antes, sobre as minhas escapadelas com os meus cães, deixei escapar que gostaria de foder com um pônei ou mesmo com um cavalo. Tive várias propostas de homens se oferecendo para me ajudar a realizar essa minha fantasia, pois tinham cavalos ou pôneis e mesmo burros… bem, acontece que de entre os vários que me escreveram, quase todos brasileiros, houve um que me foi dando algumas pistas do que deveria ir fazendo para me preparar para receber um membro dum animal desses, como por exemplo ir introduzindo na minha coninha objetos de grandes dimensões de forma a ir alargando a minha vagina e assim prepará-la para poder vir a introduzir o pau de um cavalo, que segundo ele, é bem grandinho.

Assim fiz, sempre que fazia com os meus cães, tenho 3, dois pastores alemães e um são bernardo, deixava entrar tudo inclusive o nó que eles têm na base do pau que é bem grandinho, aproximadamente o tamanho de uma bola de tênis. Fazia-o com facilidade, pois, se bem que sou miudinha, mas minha coninha é bastante elástica e bem lubrificadinha.

Bom, mas isto tudo para dizer que finalmente aconteceu, tive a minha primeira experiência, a minha fantasia realizou-se, e de que maneira… Mas começando pelo principio, passou-se em Setembro de 2010, tinha eu acabado de regressar de férias quando uma amiga minha me convidou para passar um fim de semana na cidade dos pais dela, Criciúma. Nesse fim de semana vim a conhecer um amigo dela, muito simpático. Conversa puxa conversa e quando demos por nós estávamos a falar de sexo e em fantasias sexuais… estávamos sozinhos nessa altura… E como que a brincar disse-lhe que minha maior fantasia era transar com um cavalo, desatei a rir porque não sabia qual seria a reação dele, e assim podia levar para a brincadeira, mas ele ficou muito sério e disse-me que não se admirava nada, e que até já tinha presenciado uma cena dessas… fiquei admiradíssima, e ele contou-me que tinha uma quinta onde fazia criação de pôneis e cavalos e que já tinha acontecido presenciar uma transa de uma empregada dele com um cavalo e que a partir daí ficou doido por assuntos de zoofilia… acrescentou ainda que se eu quisesse podia realizar essa minha fantasia. Fiquei calada, sentia-me tremer toda, minha cona estava escorrendo de tanta excitação, os bicos de meus peitos estavam duros e erectos de tesão… sorri e disse-lhe que adorava mas tinha muito medo… mas a conversa ficou por ali, pois a minha amiga que durante este tempo tinha saído do bar onde estávamos regressou com o namorado dela e continuamos a noite conversando de outros assuntos, mas de vez em quando o Tony, esse meu amigo que conheci nesse dia, trocava comigo uns olhares cúmplices a que eu correspondia. No final da noite tive de ir com a minha amiga para casa e despedimos-nos, trocando os números de telefone.

No dia seguinte vim de novo para São Paulo com a minha amiga, pensando que nunca mais veria o Tony e que minha fantasia não se iria realizar mais, mas engano o meu. No dia seguinte de tarde toca o telefone… era o Tony a convidar-me para eu ir passar uns dias lá na quinta dele, fiquei de novo toda excitada e com vontade de sair logo correndo, mas tinha de falar primeiro com os meus pais e arranjar uma desculpa.

Assim foi, como as minhas aulas na faculdade ainda não tinham começado, combinei com essa minha amiga de Santarém que iria uns dias para lá. Ela ficou admiradíssima, mas eu disse-lhe que o Tony me tinha convidado para passar uns dias lá na quinta dele e que tinha pintado um clima entre nós, e que eu queria ver até onde isso ia. Ela deu-me força e disse-me para eu ir que ela me encobria caso meus pais falassem para ela. Nem sabia ela qual o clima que tinha pintado… ehehehehe Na quarta feira seguinte peguei nas minhas coisas, meti-me no meu carrinho e lá fui ter com o Tony.

A quinta dele era grande e muito bonita, com um casarão enorme. Ele estava vivendo lá sozinho, pois os pais dele tinham negócios no exterior e só lá iam de tempos a tempos, tendo deixado o Tony à frente do negócio dos cavalos. Existiam ainda duas criadas na casa e trabalhadores que tratavam do campo e dos animais, mas viviam fora da quinta à excepção de dois que viviam lá numa casa perto das cavalariças. Cheguei lá a meio da tarde, e depois de me ter mostrado a quinta toda, fomos fazer um lanche para casa dele. Conversamos sobre vários assuntos, até que chegou o assunto mais desejado… se sempre estava disposta a ir para a frente com a minha fantasia. Eu fui sincera e disse que sim, mas tinha muito medo… ele pôs-me desde logo à vontade e começou a fazer-me carinhos… claro que o ambiente aqueceu e transamos mesmo ali na sala até ao anoitecer. Depois saímos, fomos jantar, e voltamos para casa onde passamos a noite transando de novo… ele era muito carinhoso e querido, um homem bem formado e bem constituído fisicamente e o pau dele também era bem proporcionado, 16cm.

Na manhã seguinte fomos até as cavalariças para eu conhecer os cavalos e pôneis… eram lindos… como já disse ele fazia na quinta criação de animais e tinha os reprodutores todos na mesma cavalariça. 3 lindos pôneis, muito bem tratados e 4 cavalos, 3 de raça crioula e 1 puro sangue árabe todo preto, lindo! Já devem estar imaginando como fiquei de os ver… toda molhadinha. Meus olhos, claro, desciam sempre até ao membro. Que colossos. Tony voltando-se para mim perguntou qual eu queria experimentar.

Fiquei hesitante, se bem que o meu tesão me puxava para o puro sangue árabe, um cavalo de grande porte lustroso, com um pau descomunal e umas bolas enormes… mas preferi voltar-me para os pôneis e escolhi um também lindo, castanho com crina branca, com aspecto de ser o mais dócil de todos. Aproximei-me dele e comecei a passar a minha mão pelo focinho do animal, para ele sentir o meu cheiro e assim se acostumar, depois passei a mão pelo pelo sedoso ao longo do pescoço e fui descendo em direção ao pau dele que mal se via, o Tony estava observando e dirigiu-se para o animal segurando-o pelo cabresto. Baixei-me e comecei a tocar o pau do animal e logo ele cresceu um pouquinho, agarrei no pau dele apertando-o ligeiramente na minha mão e comecei a masturbá-lo… sentia-me tremer, estava extasiada com a forma como aquele membro crescia nas minhas mãos, instintivamente aproximei-me mais e abri minha boca, mas o cheiro que inalava fez-me voltar atras.

O Tony que estava presenciando percebeu e disse que isso se resolvia já e foi buscar um balde com água e uma esponja, tratando logo de lavar o membro do pônei. Tratei logo de abocanhar aquele pau enorme, como era grande! Mal entrava na boca, dei-lhe uma lambidas, sentia-me uma autentica putinha, sentia-me toda molhada já e desejosa de sentir aquele membro entrar em minha xoxotinha, mas não sabia como havia de fazer, naquele momento estava descobrindo toda a textura e rigidez daquele membro que continuava crescendo, mas estava um tanto flácido.

O Tony então explicou-me que só ficava mesmo rijo quando o animal se excitasse mesmo e isso só aconteceria na sala de inseminação onde iríamos a seguir com ele. Explicou-me que a reprodução tanto dos pôneis como dos cavalos era feita de seguinte forma: nessa sala de inseminação, havia dois aparelhos que não eram mais que umas armações que permitiam que os animais subissem nela como se tratasse da parte de traz de uma fêmea e depois o membro entrava num tubo acolchoado que era como que a vagina das fêmeas. Esse tubo era curto o que permitia que eles fizessem a colheita do sêmen. O animal só se excitaria depois de eles lhe besuntarem o focinho com um preparado que era extraído da vagina das fêmeas quando estavam no cio, era o cheiro que os fazia excitar e começarem com os movimentos rítmicos até se virem. A minha cabecinha não parava cheia de ansiedade e de dúvidas ao mesmo tempo. Perguntei como iria ser então. Ele explicou que já tinha tudo preparado. Tinha uma espécie de mesa por baixo dessa armação onde eu me deitaria de pernas abertas de forma à minha xoxotinha ficar encostada ao tal tubo onde o animal meteria o pau e que tinha encurtado o tubo de forma a permitir que o cacete do animal saísse desse tubo uns 30 a 40cm e ficasse de fora para permitir que ele me penetrasse. Eu estava encharcada, com aquela explicação fiquei mais descansada e ansiosa ao mesmo tempo. Queria era foder, o Tony, que durante aquela explicação em que eu segurava o cacete do animal, me tinha ido despindo e me apalpando, percebendo a forma como eu estava, pôs-me de quatro e enterrou todo o seu pau na minha rachinha que estava toda dilatada já de tanta excitação, o membro do pônei estava a minha frente e não me fiz rogada, abocanhei de novo aquele membro enquanto o Tony me fodia a xoxota. Depressa gozamos tal era o clima de luxúria.

Senti a porra dele escorrendo da minha xoxota quando ele tirou o cacete e agarrando em mim levou-me para a sala de inseminação com o pônei. Eu estava tremendo de excitação e ansiedade, sentia um friozinho na barriga, será que iria ser bom? Será que iria sair dali magoada? Mas o tesão era tanto… e lembrei-me de alguns relatos que li sobre o assunto em que quem tinha experimentado dizia maravilhas… Fui em frente. O Tony deitou-me na tal armação me beijando com ternura e me esfregando o clitóris, passando os dedos pela minha xoxotinha entrando com eles lá dentro. Disse que me ia preparar para ser mais fácil a penetração e puxou de um frasco com creme lubrificante começando a aplica-lo em toda a minha xoxotinha. De seguida começou a meter os dedos e a forçar a abertura da minha xoxota até que conseguiu enfiar quase a mão toda lá dentro. De seguida levantou-se e ajeitou-me de forma a que a minha rachinha ficou encostada no tubo… meu coração estava a mil, agarrei minhas mamas e comecei a esfregá-las e a beliscar os bicos de meus seios (isso dá-me prazer). Vi o Tony com um pano besuntar o focinho do pônei com o tal preparado e trouxe o pónei para junto de mim. O animal, assim que chegou junto da armação pulou em cima e eu assustei-me, mas ele parecia já estar habituado e logo descansei, tentei descontrair e levantando um pouco a cabeça vi o pau daquele animal apontado a minha rachinha… que membro, devia ter uns 40cm por 6 cm. E foi chegado o momento por que tanto esperava, ele enfiou com a ajuda do Tony o pau no tubo e logo senti o toque daquele cacetão na minha xaninha, o Tony segurava o animal de forma a ele não ir depressa demais logo no inicio, para ajudar a penetração… senti um prazer indescritível quando senti ele encostar na minha xaninha, fui com as minhas mãos ajudar a abri-la mais e começou a entrar, a cabeça do cacete do pônei entrou… como era grande senti uma sensação de preenchimento, larguei um grito de prazer… ou de dor, já não sei, só sei que estava delirando de prazer… aquele membro continuava a entrar, já bem rijo… entrava e entrava mais… parecia que não acabava de entrar até que tocou no fundo de minha vagina empurrando-me o corpo para traz, era que ele não cabia todo, era grande demais, devem ter entrado uns 20cm, e logo o animal começou a fazer movimentos de cópula, para traz e para a frente.. cada vez que avançava contra mim sentia-o tocar no fundo, eu estava desvairada. Louca de tesão, estava a ser possuída por um animal sem qualquer dó nem contemplação. Ele continuava copulando desenfreadamente… eu louca de tesão comecei a sentir uma onde de calor apoderando-se de mim e não me aguentei… gozei… sentindo a cada contração de minha xaninha aquele cacete me devorando, me fodendo…

Tony perguntou: – Quer que ele se venha lá dentro sua puta?… eu gritei simmmmmm… quero sentir toda a porra dele… – Mas olha que é muita porra putinha! Eu quero tudo… quero sentir toda a porra dele… e de novo gozei… gozei alto, gritando de prazer… o pônei não parava parecia uma locomotiva, foi então que senti o jato mais forte de porra que alguma vez tinha sentido dentro de mim… sentia o calor daquele sêmen ser projetado de encontro o fundo de minha xaninha… não parava nunca… e era muita porra mesmo demais para minha bucetinha… parecia que estava levando um clister… até que começou a transbordar e a escorrer por fora… ele ainda ejaculava dentro de mim e já eu escorria porra pelas bordas de minha xaninha… e não é que sem mais nem menos gozei de novo?.. era demais aquela excitação toda eu estava louca mesmo de tesão, acho que se naquela hora faria tudo. Foi então que senti o cacete do animal sair rapidamente… foi uma sensação estranha, mas boa, pois a cabeça do pau dele estava maior do que quando tinha entrado e abriu-me a xota toda ao sair, fazendo com que saísse logo de seguida uma cascata de porra de dentro de mim, fiquei com uma sensação de vazio enorme, como se faltasse algo lá dentro, tal tinha sido o volume do cacete que tinha lá tinha estado.

Lembro-me que fechei os olhos e senti uma enorme felicidade, felicidade por ter realizado uma das minhas maiores fantasias, felicidade de ser uma mulher desinibida. O Tony que esteve sempre junto a mim observando tudo perguntou-me então se estava preparada para mais ou se queria continuar… eu claro, ainda estava excitadíssima e naquela hora o que queria era foder sem parar, perguntei-lhe o que viria a seguir. Ele sem dizer nada, pegou-me ao colo e levou-me para a outra armação maior destinada aos cavalos dizendo que eu estava com uma boa abertura na minha xaninha para agasalhar um cavalo crioulo… ia morrendo, se me senti completamente preenchida pelo cacete do pónei, então com um cavalo eu ia arrebentar, mas estava com tesão a mais para recusar e queria continuar… queria transar com um cavalo a sério, afinal era essa a minha principal fantasia.

Ele saiu levando o pônei e voltou logo trazendo um lusitano lindo, branco malhado de preto… olhei logo para o cacete dele e reparei que estava pendendo uns 30cm para baixo, bem mais grosso que o do pônei e ainda não estava entesado. De novo se seguiu o ritual do preparado no focinho e… nossa!!! Que colosso, nem queria acreditar no que via, tinha uns 70cm e era mais grosso que o do anterior, devia ter uns 10cm. Subiu logo para a armação, sem me dar tempo de pensar sequer no que se ia passar… senti tudo abanar e pensei que ia parar ao meio do chão, gritei e quis sair dali, mas tive receio de levar com o cavalo em cima, fiquei quieta e logo senti qualquer coisa socando a minha xaninha. Levei as mãos até ela e senti-as logo no cacete enorme daquele animal que já procurava onde se enfiar.

Se senti medo logo o tesão se sobrepôs a tudo o mais, abri o mais que pude a minha rachinha e comecei a forçar aquela cabeçorra em forma de cogumelo contra a entrada da minha xana, cada estocada que o cavalo dava eu ia para traz na mesa onde estava, pois o pau teimava em não entrar. Com uma estocada mais forte entrou de repente a cabeça e ai sim, gritei de dor, parecia uma dor idêntica a da primeira vez em que perdi o meu cabaço, eu tinha 17 anos.

Quis tirar fora e desistir, mas não deu, com outra estocada logo de seguida entrou o resto que coube lá dentro, de novo uns 20cm. É fantástico como a minha vagina tem tanta elasticidade, nunca pensei que poderia agasalhar um membro daqueles lá dentro… o cavalo não parava de estocar e eu sentia resvalar as minhas costas em cima da minha cama improvisada a cada estocada que batia bem forte no fundo de minha xana. Estava-me a aguentar e aquela dor horrível que senti no principio começou a tornar-se cada vez menor ao mesmo tempo que a volúpia aumentava. Sentia-me toda arregaçada e o cavalo não parava de socar com movimentos compassados… comecei a sentir muito prazer com aquilo. De olhos fechados comecei a tirar o maior partido da situação e em poucos segundo experimentei o maior orgasmo que já tive em toda a minha vida, parecia que estava tomando choques eléctricos, minha xana quando se contraia a cada espasmo parecia que rebentava, visto não se conseguir contrair por causa do volume daquele cacetão.

Tive mais dois orgasmos consecutivos até que senti de novo a mesma sensação que já tinha tido com o pônei… aqueles jatos quentes de porra jorrando como se fosse uma mangueira… como o cacete era muito grosso quase não deixava espaço para a porra transbordar pelas bordas da minha xaninha e comecei a sentir a porra que era muita mesmo, inundar-me por dentro e até parecia que minha barriga estava inchando… mas não cabia mesmo mais nada lá dentro e começou a transbordar fazendo uns barulhos esquisitos como se fossem esguichadas… era fantástico, estava mesmo uma putinha naquela hora, sentia-me completamente dominada, fodida, feliz, sentia-me a mulher mais realizada do mundo.

De novo tal como tinha acontecido com o pônei, ele saiu de repente, mas ao sair tornei a sentir uma dorzinha pois a cabeça ao passar na entrada de minha rachinha, como era maior que o pau, forçou deixando-me toda aberta… senti então sair o que parecia quase meio litro de porra de dentro de mim escorrendo para a mesa improvisada. Respirei fundo, estava feliz, o Tony disse-me então para eu não sair da posição em que estava porque ainda não tinha terminado. É que aqueles reprodutores tinham de se vir duas vezes era só esperar mais um ou dois minutos que ele subiria de novo para a armação, e assim foi. Repetiu-se tudo de novo e levei com aquele cacete de novo. Mas não é que daquela vez já não me doeu nada? Foi só prazer mas só tive tempo de me vir mais uma vez pois o cavalo da segunda vez gozou muito mais depressa e novamente a mesma quantidade de porra. Só que desta vez ela já saiu pelas bordas da minha xana sem ficar retida lá dentro a maior parte. De novo saiu de repente e fiquei de olhos fechados pedindo ao Tony que parasse, pois estava exausta, meu coração parecia que ia rebentar, sentia as pernas tremulas de estarem tão abertas durante tanto tempo e de terem feito tanta força. Precisava de descansar mesmo. O Tony foi então levar o cavalo para a cocheira dizendo para eu ficar ali deitada descansando um pouco que ele já viria ter comigo.

Fechei os olhos e levei as mãos a minha rachinha… nem queria acreditar, estava toda dilatada e aberta, toda melada de porra. Experimentei entrar com a mão na rachinha e ela entrou sem qualquer dificuldade. Estava toda arregaçada. Nem queria acreditar como é que tinha conseguido aquela proeza. Mas claro, que não ficou por aqui. Fiquei lá na quinta durante mais 5 dias e durante esse tempo… imaginem… transei com os outros reprodutores todos e ainda com os dois trabalhadores que viviam lá na quinta e com o Tony. Foram ao todo 6 dias de pleno prazer e de sexo puro. Mas o resto conto noutra ocasião, tá?

Beijocas para todos e todas, espero que gozem muito ao ler esta minha aventura e se quiserem escrevam-me.

Postado por Ana Dias que adora um vergalho veiudo.


Fui Cadela dos Mendingos

24/05/2011

Gente o que vou contar é uma situação por demais constrangedora, humilhante e traumática, mais passou e a vida continua, na época eu tinha completado 18 anos, sou branca mais mestiça, meu pai é italiano e minha mãe é índia amazonense, ela casou nova e veio morar em São Paulo onde nasci e me criei , por isso tenho os cabelos preto bem lisos e longos, seios médios e pele bronzeada naturalmente, 1,58 mt, e 56 kl. Todos me elogiavam e diziam que eu era linda e a típica mulher brasileira com o bundinha empinada. Arrumei meu primeiro emprego com dezoito anos em uma loja, e trabalhava das 14h00min até 22h00min, mais sempre fazia horas extras por causa do movimento. Tinha dois meses de trabalho e ainda não tinha passado na experiência, quando eu estava com 2 meses de emprego, peguei uma virose e fiquei com uma diarréia terrível, estava com medo de faltar no trabalho por ser nova, minha mãe insistiu que ficasse em casa, mais eu não quis, tomei um chá de folha de goiabeira, melhorei e fui ao trabalho, trabalhei muito mal, fui no banheiro umas 10 vezes, meu rabo já tava assado e ardia de tanto evacuar, as 18:00 minha gerente meu deu um emosec e consegui melhorar, travou mesmo, eu já tava ficando amarela, como me senti bem até consegui jantar, e tomei suco de goiaba pra não voltar!

As 23:30 peguei meu ônibus de costume e senti que a diarréia tava voltando, fiquei apavorada, e tentei segurar ao máxima torcendo pra chegar logo em casa, o ronco no estomago ficou mais intenso e travei meu cuzinho o Maximo que pude, tava de calça jeans apertada e uma blusinha branca, se eu cagasse nas calças ia ser o maior vexame, eu fui dar um punzinho pra aliviar um pouco a pressão e já melei a calcinha, travei meu cu apertando as duas nádegas e já totalmente constrangida imaginando se vazou pra calça, dei sinal e desci apavorada pra ver se achava alguma lanchonete ou bar, tinha descido num lugar totalmente deserto e com um longo muro, percebi que tinha uma parte daquele muro quebrado e dava pra mim pular, olhei pra dentro era um longo terreno baldio, cheio de arvores, e também usavam de depósito irregular de entulhos e lixo, como não havia nenhuma alma viva, pulei rapidamente encostei atraz de um arbusto, só foi abaixar as calça e despejei um aguaceiro!

Que alivio, meu rabinho ardia e queimava, tava super sensível, olhei a calça e não tinha vazado fiquei contente, procurei evacuar o máximo possível, abri minha bolsa e peguei um absorvente pra limpa minha bunda, pois não tinha nenhum papel, até imaginei que poderia deixar ele ali coladinho no meu cuzinho pra previnir, como estava muito distraída tomei um grande susto quando puxaram-me violentamente meu cabelos me forçando a me ergue com as calças ainda arriada e tamparão minha boca, fui arrastada e não sabia o que estava acontecendo, só ouvi uma voz falando, “….que gracinha, bem gostosinha, traz essa putinha cagona pra cá…” Quando cheguei num barraco de madeira la dentro me jogaram em cima de alguns cobertores sujo e papelão, o local era horrível, fedido, tinha ainda quatro cachorros que deixava o local mais nojento, pude ver que eram três mendigos, comecei a gritar desesperadamente, começaram a me bater e mandaram eu calar a boca se não me matariam, senti o gosto de sangue que saia do canto de minha boca, minha coxa tava dolorida com os chutes que levei, todos os três me mostraram facas, e falaram que ia corta os bicos do meu seios, apavorada fiquei quieta chorando, tentei vestir minha calça só que o barba agarrou minhas pernas e puxou de vez e fiquei nua da cintura pra baixo, (vou chama-los assim… tinha o Barba, o Careca e o velho), o careca pegou na parte de baixo da minha blusa e puxou com tudo pra cima arrancando-a, fiquei nua, naquele antro de animais, todos riam e falavam sacanagem o careca tirando minha ultima peça dizia:

-“aqui os cachorros e as cadelas não usam roupas”

O velho emendou dizendo:

– “Putinha gostosa tamo no maior atraso faz mais de ano que eu não vejo uma bucetinha, aparece essa cadelinha de duas patas cagar no nosso quintal, e agora sua vadia se quiser sair viva daqui tem que ser bem bozinha.”

– “aqui a gente só transa com lilica (um dos cachorros era fêmea), agora temos duas cadelinhas” disse o careca.

Me desesperei sabendo que eles iriam me estuprar, chorei mais ainda e me encolhia toda e pedia pra me deixarem ir, tremia muito, e disse que tinha dinheiro na minha bolsa que pegassem e me deixassem ir, eles acharam R$ 150,00 e o barba o mais rude disse:

– Temos agora uma boa grana, podemos ficar a semana toda sem catar papelão, só cachaça e carne mijada…..

Ele gargalhava e o careca que tinha todos os dentes podres disse algo que me gelou até a alma.

– (é barba carne mijada e carne cagada, eu não dispenso um rabinho sujinho de merda).

Eu não era mais virgem, tinha perdido a virgindade com um homem bem mais velho (35 anos ) na segunda vez que sai com ele descobri que ele era casado desisti dele e nunca mais sai com homem nenhum pra cama, e nunca fiz nem anal, muito menos oral. Iria descobrir ali toda nojeira do sexo sem limite.

O careca saiu correndo pra comprar cachaça e comida com meu dinheiro e o velho e o barba tiraram a roupa e pude ver aqueles paus moles pendurado e achei eles grandes, me desesperei comecei a gritar e me levantei e sai correndo, ouvi quando o velho falou:

– “Pega ruck, pega a cadelinha…

Um dos cachorros correu atraz de mim me mordeu a barriga da perna, cai e fui arrastada pra dentro de novo. Segurando meu cabelo com força o velho esfregava meu rosto no seu pau e em toda sua virilha peluda e falava:

-” Quero uma chupetinha bem caprichada, chupa ou vamos quebra suas pernas para não fugir mais, chupa cadela quero ele bem duro.”

Eu não conseguia o fedor era terrível, e tinha ânsia de vômito, numa puxada de cabelo eu gritei e ele enfiou aquela carne mole e fedorenta e ficou socando, o gosto era horrível , comecei a sentir ânsia de vomito e vomitei com o pau dele ainda dentro da minha boca, seu membro ia crescendo e meu vomito escorria pelo meu queixo eu ficava engasgando dei-lhe um empurram ele caiu, levantou rápido e me deu uma surra de cinta e só parou quando ouviu a resposta que ele queria:

– “…eu chupo por favor pare, eu vou chupar….”

Ele sentou naquela cama improvisada no chão e abriu as pernas e mandou eu caprichar, se não apanhava de novo, tomei um chute na bunda do barba e fui engatinhando até engoli o seu pau que tava difícil de se manter duro, fechei os olhos e fiquei chupando devagar, o pau endureceu ele seguro minha cabeça e enfiou até a garganta me sufoquei e ai senti jatos de porras na garganta fiquei desesperada e tive que engoli aquela nojeira ele caiu pra traz e me soltou rolei pro lado e cuspi o que sobrou, minha boca tava com gosto ruim, eu chorava, mais ali ninguém ia ter pena de mim, senti uma língua lambendo minha bunda bem no meio do rego, olhei assustada era um dos cachorros me sentei e protegi meu rabinho, do meu lado o barba estava de joelho e foi dizendo:

-” agora é minha, vez cadelinha, se não fizer direito apanha, chupa, quero senti essa boquinha linda..”

Fiquei um pouco parada pensando que aquilo não podia estar acontecendo, voltei a chorar, acordei com um forte tapa na cara que ardeu a beça, o pau dele já estava ereto, me aproximei e fui engoli mais me afastei porque tava mais fedorento que o do velho, ele segurou meu cabelos e direcionou a rola pra minha boca dizendo:

-“ta fedorento mais você acostuma, sua putinha vai deixar ele limpinho, anda logo,”

Engoli, tinha ânsias mais consegui segurar o vomito, minhas lagrimas, ensopava seu pau, meu cabelo era seguro com violência e ele cadenciava minha boca em seu penis e assim minha boca foi fudida por um bom tempo até eu senti de novo aquele jato gosmento de porra que não acabava mais, minha cabeça estava fortemente segura e tive que engolir quase toda sua porra, ele gozava ao maximo e saiu também pelo quanto da boca, aquilo não poderia estar acontecendo, jamais pensei em chupar um homem limpo, quando mais naquelas condições, estava com medo deles me mataram e como eu tinha a estatura pequena e magra não era páreo para enfrentarem eles, ele me soltou e os cachorros que estava sempre a minha volta, começou a lember meu rosto, tentei me livra deles empurrando, cai deitada, pedia pra tirar eles de perto de mim, mais o velho segurou meus braços acima da cabeça e como eu estava de costa deitada naquela cama improvisada, senti um cachorro enfiar o focinho em minha xoxota, me desesperei e gritava, outros continuavam a lamber meu rosto. O velho apertou com força minhas mãos me machucando ele estava sentindo prazer em me ver se contorcendo e colocava minha cabeça em seus colo e eu sentia seu pau endurecer de novo e pensava que aquilo não ia acabar nunca, ele ia dizendo.

_ fica quieta minha cadela eles só querem, ser amiguinhos seus, abre as pernas se não quebro seu braço, que corpinho mais gostoso essa vadia tem.

Tive que abrir mais as pernas e o careca jogou algo na minha buceta eu acho que era vinho e os cachorros disputaram minha buceta, e começaram a lember mais forte até a fêmea se juntou a eles, ai o barba levantou minhas pernas pro alto e despejou mais vinho que molhou toda minha virilha, buceta e o cuzinho que ardeu pro estar assado, as chupadas eram tão fortes e insistente que acabei por ter um forte orgasmo, que se repetiu por algumas vezes e eles se divertiam com aquela sena, os quatros cachorros disputavam minha bunda e buceta e ele jogou nos meus seis e um deles começou a lembe-lo também, fiquei molhe de tanto gozo, mais acho que eles não perceberam.

Me deixaram ali largada, quando chegou o Careca e deixou as compras no quanto, já foi tirando a roupa e pulou pra cima de minha e foi forçando a entrada na minha buceta, doeu muito ele ia rasgando eu lutava mais não conceguia impedi-lo ele começou a me fuder violentamente e resolveu me beijar, sua boca com os dentes estragados tinha cheiro de bosta, fiquei quieta e deixei ele se satisfazer pois não conseguia lutar mais contra eles, fudeu um bom tempo, parecia que não ia acabar mais e encheu minha buceta com sua porra. Depois deitou de lado e puxando meus cabelos disse:

– Chupa e deixa ele limpo, ……..anda logo se não arranco todos os seus cabelos…..vai putinha engole logo.

Sem alternativa chupei aquele pau mole até ele se dar por satisfeito, enquanto um dos cachorros enfiava seu focinho no meio das minhas pernas e lambia o que escorria, eu não mais reagia, tava sem forças, e a língua dos animais me dava certo alivio e era até gostoso, eles eram mais carinhoso que aqueles mendigos. Me pegaram passaram uma corrente pelo meu pescoço e depois pelo tronco de arvore que sustentava o barraco, e fiquei presa, como uma cadela como eles mesmo diziam, a corrente era longa mais não dava pra sair do barraco, todos pelados festejavam com a pinga que foi comprada e jogavam pedaço de mortadela e um pouco da quentinha que eles trouxeram pra mim comer eu não queria e pedia chorando pra ir embora, pois tinha feito tudo que eles queriam, a comida era jogada no chão em cima do papelão.

_ come cadela se não vai apanhar de cinta… queremos você forte….come sua vadia ainda não acabamos com você e se não comer eu estoro esse rostinho lindo na bancada…você vai embora se for boazinha com a gente…

Eu com medo fui pegar comida do papelão mais os cachorros avançavam e eu não conseguia disputar com eles, ai eles enviavam as mãos dentro da quentinha misturava tudo e me davam pra comer em sua mãos, mandavam eu ir engatinhado e pegar com a boca a comida, pois era assim que cadela comia. Eles estavam sentados em caixotes de feira e ficavam tomando pinga, me forçaram a beber a 51 tentei mais tava difícil, engoli e meu estomago reagiu e eu senti vontade de evacuar de novo, preciso ir no banheiro estou doente e estou apertada, me levaram pra fora, o velho ficou me segurando num abraço forte fora do barraco e não deixou eu me abaixar, não agüentei e soltando um peido fiz em pé mesmo, fez um barulhinho e escorreu tudo pelas minhas pernas eles se divertiam com minha humilhação e eu constrangida não podia segura e evacuava ao sons de alguns peidos pois estava em pé abraçada ao Velho. Eles gargalhavam e o barba virando a garrafa de pinga e dando goladas dizia:

– Vamos ter que enfiar um pinto nesse buraquinho, para tampar esse cuzinho parece uma torneira, eu vou ser o primeiro….

– Nada disso, vamos disputar no palitinho, esse cuzinho vai levar rola a noite toda, a lilica (a cadela deles) vai descansar, apareceu essa cachorra do rabo quente pra dividir os seis machos, você vai acostumar com tanta rola aproveita vadia e relaxa, vai gostar a lilica nunca reclamou….rsrsrs

Eu assustada sabia que o pior tava por vir, me levaram de volta prenderam a corrente bem junto a arvore me colocaram em cima de um caixote, fiquei de quatro ali esperando quem ia ganhar no jogo e violentaria meu buraquinho virgem, se doeu na frente atraz iam me rasgar, eu não ia agüentar, assustada tremia e chorava e implorava que não fizesse isso que meu anus estava assado pela diarréia:

– Por favor, não agüento mais, é muita crueldade, deixem eu ir embora…. deixa eu ir embora, eu estou doente …..isso tudo é nojento…., a policia deve estar atraz de mim…

– Quem vai estar atraz de você nesse seu rabo somos nós há,há,há,….

Os quatro cachorros ficaram ao meu lado e me lambiam todo o tempo, eles riam e gritavam quando um deles ganhavam uma partida, no final o barba foi o felizardo e queria que eu chupasse seu pau para ficar mais duro, ele tinha um pau cumprido e não tão grosso quem nem o do Careca, os dois restante continuaram jogando para ver quem seria o segundo . Meu suplicio começou e ele abrindo minhas nádegas foi se posicionando, tava bem assado e conforme ele forçou no meu cu gritei, o velho me amordaçou, ele tampou minha boca e eu esbugalhei meus olhos e tentava gritar e fui sendo rasgada com aquela tora que parecia que não acabava mais de entrar e ele começou a dar estocada forte e dizendo:

– Pessoal e cu ta quente demais e bem apertadinho, ai que gostoso, ta esfolando meu pau …..

O Barba fudeu meu cuzinho por uma meia hora, não gozava nunca, e ainda puxava meus cabelos, e os outros estavam reclamando a vez e o segundo seria o careca, eu cansada com o cu esfolado, dava queimando muito e esperneava, e tentava escapoli, pensava que tinha tanto homem me querendo e eu sempre fui indiferente jamais poderia imaginar que seria a cadela de mendigos fedorentos, eu ali pra eles era um sonho, e eles pra mim um pesadelo, finalmente gozou e encheu meu rabo de porra aumentando a ardencia, eles deixaram os cachorros me lamberem, saia muita porra do meu cu, quando um cachorro quis montar em mim gritei me debati e ele foi tirado pelo careca que reclamou que o próximo seria ele e emburrou o animal, como eu não ficava mais quieta e meu rabo ardia muito, fiquei lutando, jogava minha bunda de um lado pra outro e não deixava ele completar a enrrabada. Eles resolveram me amarrar melhor, minhas mãos ficou preza junto com meu tornozelo e meu pescoço prezo no tronco, fiquei imóvel, indefesa a mercê de qualquer ataque em qualquer dos meus orifícios, e não demorou muito e senti aquela rola grossa forçando passagem e rasgando meu cuzinho, fiquei ali recebendo estocada por mais de quarenta minutos, eu só gemia, gemia querendo que eles parassem , terminei acostumando com o invasor e estava anestesiada, quando tudo queimou lá dentro do meu reto, percebi que ele havia gozado e ardia muito, fiquei com vontade de evacuar e forcei, não sabia se o que saia de dentro mim era fezes ou porra, não ligava mais.

Na vez do Velho ele ficou pondo e tirando o pau do meu cu, isso toda hora tirava tudo e enviava de novo, me machucando mais e deixava cair pinga no meu rego e queimava muito, o Careca e o Barba ficava tentando enfiar seus paus moles nos meus lábios mesmo com a amordaça mais eu reagia e ficava virando o rosto até que eles ficavam só esfregando suas rolas no meu rosto e se cansaram e foram beber mais cachaça, e desmaiaram bêbados pelo chão o Velho brincou bastante com meu cu e gozou, nova ardência e ficou ali em cima de mim com o pau dentro e dormiu em cima das minhas costa, seu peso me espremia contra o caixote e passou a mim incomodar me mexi bastante até consegui que ele caísse de lado e ficando dormindo no chão, quando pensei se conseguisse me soltar poderia fugir, os cachorros lambia minha bunda e buceta e comecei a me apavorar pois eles estava tentando montar em mim, só que só que eles não se entendiam quem seria o primeiro, fiz de tudo pra me soltar e não consegui, essa foi a pior faze do meu seqüestro, essa é minha pior recordação, um subiu e começou a dar estocadas, arranhava minhas costas e eu me mexia pra ele não conseguir, mais não teve jeito e conseguiu achar a minha fenda e estocou com violência, como não tinha mais jeito relaxei e mesmo doendo, fiquei imóvel esperando ele se saciar, depois de ser comida um bom tempo senti uma coisa grossa me preenchendo e fiquei grudada nele, a bola era enorme e me machucava, só que tinha conseguido chegar num orgasmo, jamais poderia imaginar aquilo!

Fiquei mais apavorada e um outro cachorro me lambia e o terceiro tentava me estocar sem o outro ter saído, depois de alguns tempo ele saiu de dentro de mim e o outro tomou seu lugar e tentava estocar, como ele era mais alto acertava meu cuzinho e claro eu fazia de tudo pra ver se ele não entrava, pois havia doido muito na frente, como desgraça pouca é bobagem ele conseguiu e desmaiei, acordei com ele grudado no meu rabo, eu gritada e pedia socorro pra ver se os bebuns acordava e tirava aqueles cães de cima de mim, mais só saia grunhidos abafados, o terceiro cachorro também comeu minha buceta e não ficou grudado me lamberam muito e eu fiquei ali e adormeci.

Acordei e todos ainda estavam dormindo o dia estava bem claro e sol forte, eles foram acordando beberam mais pinga, eles perceberam que os cachorros tinham feito a festa comigo e me soltaram e me disseram que se eu não fosse boazinha eles poriam os cachorros pra me comer de novo e partiram pra me foder novamente eu estava muito suja e fedida, mais isso não impedia de eles me violentarem, fiquei com eles por 7 dias e passei a obedecer suas ordens a risca, virei uma escrava e todos os dias era violentada no anus e na vagina pelos três e ainda chupava seus paus, vivia amarrada, eles não deixaram mais os cachorros me comerem mais eu deveria ser boazinha senão a cachorrada faria a festa comigo novamente, Emagreci fiquei doente e passei a ter febre forte e tremeia muito, eles ficaram com medo e falaram que eu ia morrer me levaram pro um banco de praça e me abandonaram, lá fui socorrida e levada pro um hospital, depois que recobrei a razão pude dizer quem eu era e onde morava, já havia se passado 11 dias que havia saída de casa, tratada, eu não sabia que tinha ficado todos esses dias, parecia anos, a policia não encontrou eles no térreo baldio, eles sumiram.

Mais como me recuperei e continuei linda virei, dez anos depois me casei, e nunca tive limites pra sexo e pude guardar esse segredo até de meu marido, que só soube que fui atacada num terreno baldio, pois meus pais me apoiaram e são radicais e me protegem com muito rigor e carinho, principalmente depois desses acontecimentos, só que só agora esses fatos foram totalmente detalhados, jamais poderia contar em detalhes pra policia ou pro meus pais, tudo que passei nas mãos daqueles mendigos que me inciaram no sexo sem limites, depravado e nojentos, como foi aqueles dias, de vez enquanto sinto o cheiro daquele lugar, se passar por um lixão as lembranças voltam fortes.


A felicidade está nos detalhes

16/05/2011


:wub:


Vídeo aterrorizante do Japão

19/03/2011

Parece que não é apenas terremoto, tsunami, vulcão e vazamento radioativo que assola o Japão.

O vídeo abaixo mostra o drama de uma garota japonesa. Eu tento mas não consigo imaginar a dor que ela sofreu.

assista ao vídeo
(Requer MP4 Player)

Pelo menos ela parece estar viva e bem.


Esse ano não choveu no Rio

15/01/2011

queima!graças a deus, no réveillon deste ano dessa vez num caiu uma gotinha de chuva sequer!

quer dizer… graças ao deus é apenas uma interjeissão, o que quero dizer é graças aos espíritos e à Fundação Cacique Cobra Coral por todo o ótimo trabalho que vem fazendo pelo Rio de Janeiro com o apoio de Eduardo Paes e outros governantes.

des de ano passado com o sucesso da FCCC em prevenir que o reveillon fosse arruinado por um temporal me tornei espírita. hoje reafirmo minha fé no kardecismo dizendo com orgulho: funciona, é real!

até já tô montando minha coleção de filmes, já tenho Chico Xavier, Amor Além da Vida, Trilogia Ghost (Ghost, Ghostbusters e Poltergeist), O Sexto Sentido e não poderia deixar por menos: Medium, a série qual me influencia mais. só tô esperando Nosso Lar sair em dvd nos camelôs.

não acredito em Deus, pra mim Ele criou o universo, a gente, e deu as costas. por isso sei que quem está sempre nos vigiando, nos cuidando, nos ajudando, nos protegido não é Deus como os evangélicos babacas acreditam, e sim os espíritos de nossos amigos e familiares!

reveillon!fais muito mais sentido. veja bem como essas cidades alagadas são cheias de evangélicos e católicos. é o que acontece com quem acredita em bobagem, não recebem ajuda dos espíritos. tenho um aviso pra vocês que morreram nessa enchente agora, vão passar a eternidade no umbral, sinto muita pena de vocês, mais ou orar por suas alma mesmo assim!

mais voltando ao assunto, achei sensacional o que o prefeito do Rio fez, acho que deveriam mudar a Constituição e jogar no lixo essa laicidade, secularismo sei lá o que. é isso o que impede que Paes e muitos outros prefeitos e governadores contratem gente boa e honesta que só quer ajudar a sociedade. cartomantes, astrólogas, médiuns, ciganas, todos teriam um emprego decente junto das prefeituras.

ano que vem espero que a Fundação Cacique Cobra Coral seja contratada novamente aqui no RJ pra impedir que temporais estraguem a festa de reveillon. tenho certeza que será, pois confio na capacidade e competência de nossos políticos.

Fabiola agora só quer conseguir ler os livros de Kardec e Xavier,
pena que é semi-analfabeta…

Feliz dia das crianças!

12/10/2010

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