Crônicas do Cotidiano

GENIVALDO E A VACA LOUCA

Genivaldo era trabalhador rural e cuidava do rebanho bovino do seu patrão. Ultimamente estava preocupado, pois os governos europeus haviam anunciado que não comprariam mais carne brasileira.


– “Se as coisas continuarem assim terei que te demitir, Genivaldo. Prefiro plantar soja a vender carne a preço de banana”, dizia o seu patrão.

– “O problema está na qualidade da carne”, afirmava Genivaldo. Ele acreditava que o governo não fiscalizava adequadamente todas as fazendas, e por isso os europeus acabavam generalizando, e puniam todos os produtores com a suspensão das importações.

E ele tinha razão… muitos produtores alimentam o gado com caroço de algodão para economizar, e essas sementes contém um óleo que deixa a carne com um sabor estranho. Revoltado com a situação, Genivaldo encontrou uma solução: – “Vou para Brasília reclamar da qualidade da carne brasileira! Irei procurar o ministério da agricultura e denunciar todas as fazendas irregulares da minha região.”

Na semana seguinte, Genivaldo fez uma lista com os nomes dos fazendeiros que mantinham os animais fora das exigências sanitárias, pegou todas suas economias e comprou uma passagem de ônibus para Brasília.

Ao chegar à rodoviária de Brasília, percebeu que a cidade era maior do que imaginava. Procurou então pelo guichê de informações e foi recepcionado pela Soraia, uma atendente linda: morena… coxas esculturais… corpo em forma de violão… olhos verdes… bumbum empinadinho… peitos redondinhos… cabelos ondulados como uma samambaia… enfim, era a própria perfeição materializada na forma de mulher. Ela se inclinou exibindo seu decote fenomenal e perguntou: posso te ajudar?

Engasgado pela beleza daquela jovem, Genivaldo respondeu: – P-p-pode s-s-sim. Quero saber onde fica o ministério da agricultura? Soraia sentiu uma inexplicável atração por aquele desconhecido. Respondeu para ele não se preocupar… disse que seu turno de trabalho estava acabando e o acompanharia até lá.

Ao chegar, o ministro não quis atendê-lo, fato que deixou Genivaldo profundamente entristecido. Soraia, muito curiosa, perguntou então qual o motivo de sua viagem?

– “Queria reclamar da qualidade da carne brasileira.” Respondeu.


A reação de Soraia foi imediata: agarrou Genivaldo e deu-lhe um longo beijo. Em seguida tirou a roupa e fizeram sexo selvagemente no gramado atrás do prédio do ministério. A garota era insaciável e queria mais… Levou Genivaldo para casa e passaram a noite toda na fodelança… Ela teve orgasmos múltiplos. Gritou e gemeu como uma autêntica vaca louca. Genivaldo nunca havia tido uma noite de sexo tão quente e selvagem como essa. Acordaram melados, atordoados e embriagados com o cheiro de sexo que se espalhava por todo o apartamento. No dia seguinte ele decidiu que se mudaria para Brasília.

Desde então, após cada noite de sexo brutal, Soraia pede a Genivaldo para fazer-lhe uma cunilíngua e em seguida solta a pergunta:
– “Genivaldo, meu amor, você ainda acha que deve reclamar da qualidade da carne brasileira?

3 Responses to Crônicas do Cotidiano

  1. Sorete says:

    É foda isso…Ainda bem que sou vegetariano!

  2. Anonymous says:

    Hippie Maldito!

  3. Sorete says:

    Ei, respeite minha opção sexual… =[

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