Poesias Doentias 7

a mendiga e o meu tesão

“com estranho apetite
para o sexo acordei
partirei pra rua a pique
com a mais suja pedinte
por tesão deitar-me-ei

sua boca sem um dente
beijarei com tal furor
que mendiga prostituta
bradará: “- filho da puta!
fode meu cu por favor”

“- vira então mendiga imunda
que eu quero te provar”
com a boceta toda molhada
depois de muita chupada
que vou te enrabar

a pedinte ali deitada
eu comigo a maquinar…
empurrei até as bolas
ela grita:” – cheira cola!
tira que eu quero cagar”.”


por Milton.

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